


Hoje estamos em Pushkar. Parece que, alem de ser um lugar mto sagrado dos hindus (o lago), eh um meca de hippies e outras avis raras da sociedade ocidental!
Bem, voltando no tempo... foi ha mais de uma semana, que Alice e Gracinha desembarcaram em Delhi. Fui com um motorista recebe-las de manha, bem cedinho. Achei que fosse ser muito facil..., mas aqui na India, as vezes as coisas se complicam...um pouquinho...pois a atitude do povo sempre eh: no problem! Primeiro nao pude entrar dentro do aeroporto. Todo mundo estava sendo barrado na porta - sem explicacoes. Depois de algumas tentativas, consegui entender, que era por motivos de seguranca, pois um aviao do Afeganistao iria aterrisar... Bem, o letreiro externo do aeroporto nao estava funcionando bem. A hora ficava trocando o tempo todo, e os voos nao mudavam nunca!!! Tentei me colocar estrategicamente (depois de ter me assegurado, que aonde eu estava era a unica saida, e que todos os passageiros teriam, forcosamente, que sair por la), e esperei, esperei, esperei - comecei a morrer de frio, pois estava gelado e nada delas chegarem. Finalmente recebi um telefonema da Alice: AONDE VC ESTA?
Enfim, elas estavam na outra saida?!?!
De madrugada a Fernanda tb chegou.
Ficamos num bairro de Delhi perto de um bazar onde nos todas mandamos fazer roupas tipicas (Punjabi dresses) para encarar a India! Foi divertido.
DELHI


Agora sim: esse eh o nosso uniforme!

Na segunda noite fomos convidadas para jantar na casa de Sanju, o nosso tour operator.
No dia 24 saimos de Delhi para Nawalgarh, um vilarejo pouco visitado, que tem um hotel alternativo mto legal. Se chama Apani Dhani e funciona com energia solar, e cozinha organica. O dono incentiva a cultura local oferecendo cursos de artesanato com os proprios artesaos. Alice, Gracinha e eu aprendemos a fazer o batik do Rajastao, que tinge o pano amarrando pontinhas do tecido com linha. Fernanda aprendeu a cozinhar: chapati, dal, e outras coisas gostosas. A noite ouvimos um musico tradicional cantar e tocar seu instrumento - um pianinho, que soa como uma sanfona, que precisa ser ventilado apertando uma taboa com uma mao, enquanto se toca com a outra... O hotel, contruido tb de acordo com a tradicao campesina, era muito gostoso e lindo. A Alice quiz ficar por la mesmo!
No dia 24 saimos de Delhi para Nawalgarh, um vilarejo pouco visitado, que tem um hotel alternativo mto legal. Se chama Apani Dhani e funciona com energia solar, e cozinha organica. O dono incentiva a cultura local oferecendo cursos de artesanato com os proprios artesaos. Alice, Gracinha e eu aprendemos a fazer o batik do Rajastao, que tinge o pano amarrando pontinhas do tecido com linha. Fernanda aprendeu a cozinhar: chapati, dal, e outras coisas gostosas. A noite ouvimos um musico tradicional cantar e tocar seu instrumento - um pianinho, que soa como uma sanfona, que precisa ser ventilado apertando uma taboa com uma mao, enquanto se toca com a outra... O hotel, contruido tb de acordo com a tradicao campesina, era muito gostoso e lindo. A Alice quiz ficar por la mesmo!
NAWALGARH

Nosso quarto no Apani Dhani.


Saturday night fever em pleno Jaipur!

Amber Fort em Jaipur.


Elefantes e cobras para animar os turistas...

De la saimos para Jaipur, que eh uma daquelas cidades bem barulhentas, poluidas, sujas, coloridas, cheia de bazares e testemunhas de um passado glorioso. Fomos direto para um forte, o Tigre Fort, no topo de um dos 3 morros que rodeiam a cidade para ver o por do sol. Nossa primeira impressao foi de estar diante de um imenso favelao!
Muitas compras foram feitas, muitos monumentos visitados, muitas fotos tiradas, e seguimos para Bundi - outro vilarejo adormecido. Dessa vez ficamos em quartos aos pes do antigo palacio. Parecia, que estavamos morando nas ruinas, pois em volta os muros estavam caindo, os macacos correndo soltos por cima das lages. O bom foi o silencio depois de Jaipur.